Templates da Lua - Rafael Ramos

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Prazer (pra todos nós!) Meu nome é Fabio Gouvêa, sou estudante de Arquitetura, nasci em 1988, moro no interior de SP, São José dos Campos.
Desde menor gosto de escrever, aos 14 anos escrevi um livro, já plantei uma árvore, só me falta um filho! Tenho gostos variados, por isso de um blog de variedades, curto muito pensamentos, reflexões e filosofias, por isso às vezes escrevo textos desse sentido.
Não gosto de rótulos e creio que por ter uma personalidade bem forte decidi criar o blog, afinal de contas, sou adepto à livre expressão e a divergência de opiniões. Não, eu não sou o dono da verdade! Mostre-me a sua, e se for capaz, me convença! Ponto de Vista Blog

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    Variadas

    13/10/2008

    Colunista

    Olá Leitores!

     

    Em outrora eu havia prometido que teríamos uma colunista no Blog.

    Ela irá escrever às segundas-feiras. Abaixo do meu singelo comentário de hoje vocês podem conferir a coluna – inteligentíssima, diga-se de passagem – da Dayday.

     

    Vale a pena conferir!

     

    A continuação do conto ficará para os próximos dias!

     

    Outra coisa que vale a pena conferir também é o filme “Linha de Passe”. Fui assistir semana passada e fiquei um tanto quanto intrigado, não só eu, mas quem foi comigo também. Sandra Corveloni foi escolhida no Festival de Cannes como melhor Atriz pelo filme. Sandra que é um “dragão” do teatro brasileiro, agora ganhou espaço nas telonas.

    O filme conta a história de quatro irmãos que tentam reinventar suas vidas. Mas eu não vou adiantar nada por aqui.

     

    Vale ressaltar uma mensagem do filme: “A vida é o que você faz dela”. E é mesmo!

    Agora vou deixar vocês de Colunista, porque se eu quisesse escrever o que ela falou aqui, eu nunca ia conseguir, por outro lado, talvez ninguém conseguiria escrever tão bem essa verdade quanto cada um de nós.


    Coluna – O 2º Ponto de Vista

    Colunista: Dayday - "Os pensamentos que preferem calar"

    "Das Lembranças..."

     

    O que você faria se pudesse ter a chance de apagar alguém da sua memória?

    Se pudesse esquecer o quanto alguém te fez chorar, magoou, e tudo de ruim que passou num relacionamento?

    Andei pensando seriamente nisso. Como seria esquecer todas as coisas que passei com uma pessoa.

    Porém, pra apagar as lembranças ruins, eu seria obrigada a lembrar e apagar todos os momentos especiais que passei também. Todos os olhares, os beijos, as canções. Teria que abrir mão do cheiro dessa pessoa no meu travesseiro, dos passeios no final da tarde, dos encontros em família, eu teria que esquecer a família dele também. Eu deixaria um vazio frio e escuro no lugar de todas as coisas boas que passamos.

    Qual o preço que a gente paga por deixar uma pessoa ir embora da nossa vida? Independente do tempo que passamos ao lado de alguém, sempre levamos um pouco, e deixamos um pedaço nosso neles.

    Não é fácil ver alguém de malas prontas pra partir da nossa vida. Não é fácil ir embora também. Sempre vai ter um lugar que vai lembrar dos dois juntos, quando aquela música tocar, o coração vai apertar de novo... Quando, por algum motivo, você tiver que olhar nos olhos dele novamente, o que será que vai sentir?

    Nós mudamos demais durante essa passagem pela vida. Mudamos hábitos, mudamos o gosto, mudamos de amigos, o corpo muda, as vontades, os objetivos.

    Daí eu penso: se eu apagasse alguém da minha memória, e essa pessoa fizesse a mesma coisa, será que a gente se apaixonaria de novo?

    O mistério desta pergunta é o mesmo que perguntar como a gente faz pra se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa. Ainda somos os mesmos, mas mudamos tanto que nem sabemos quem somos.

    O problema é que não podemos esquecer as pessoas que passam pela nossa vida. Não há tratamento que nos deixe recomeçar sem a lembrança de alguém. Só o tempo. Mas esse age lentamente na maioria das vezes... Ele caminha devagar quando a saudade anda ao nosso lado.

    Eu estive de malas prontas muitas vezes na minha vida. Já deixei muitas pessoas no portão de embarque no Destino. E ainda não encontrei algum armário aonde possa finalmente colocar as minhas lembranças todas e ficar por um tempo sem medo de partir....


    Escrito por Fabio Gouvêa às 14:22
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    09/10/2008

    Greve de fome: resolve?

    E se eu fizesse greve de fome?

    Se de repente aderíssemos à nova moda, ou até mesmo à moda-antiga (craseado sim, identificando o sentido de modo) de sacrifício, cessação, greve de fome, seja como for, privação voluntária de ingerir alimentos a fim de conquistar o que queremos?

     

    Vale lembrar que fazer greve de fome é sim um protesto antigo, e também vale lembrar que virou modinha, tomamos como exemplo o Bispo que decidiu fechar a boca contra a transposição do São Francisco, e também o Anthony Garotinho para exigir o monitoramento internacional das eleições brasileiras.

     

    Sería essa a solução para os nossos problemas? Talvez conseguiríamos acabar com a fome mundial – lógico que não pelo fato de deixar de comer; ou talvez conseguiríamos protestar pelo aquecimento global? Mas com certeza a greve de fome resolve os problemas da obesidade!

     

    E você, tem fome de que?

     

    É incrível quando nos colocamos diante do espelho e pensamos sobre nossas fomes, e como temos nos alimentado. Até que ponto você tem sentido fome? E até onde você tem alimentado suas fomes? Até quanto você está decidido sentir fome por algo?

     

    É preciso coragem! E o discurso fica bonito quando falamos de coragem, mas a prática é bem diferente disso! Temos coragem de pensar, de sentir, mas não temos coragem de tocar, não temos coragem de abraçar, seja lá o que for, até mesmo a causa.

     

    Eu falo por mim. Falta coragem, falta determinação, mas ao passo que exponho as idéias, abro ideais plenamente capazes de gerir uma transformação, muito mais que um desabafo, que um diário tosco de adolescente, ou um meio de expor idéias xucras sem embasamento ou sentido nenhum.

     

    Se minhas fotos estivessem expostas numa página sem sentido, eu seria fútil, se meus pensamentos fossem ideais de meus dias apenas, será muito mais fútil. Ser blogueiro é isso! É sentir fome, é correr atrás e expor não somente aquilo que sacia a fome dele, mas talvez algo que possa gerar mudança.

     

    De fato, greve de fome não resolveria meus problemas, pelo contrário, devido meu porte físico. Não! Eu não estaria melhor no amor, nem nas finanças ou em qualquer outra parte.

     

    Greve de fome, definitivamente, não merece o meu empenho, pelo menos não para resolver os meus problemas, que muitas vezes são involuntários, oras, quem quer problema?

     

    Por isso mesmo me afasto deles....

     

    Mas a pergunta não foi respondida, e deixo a incógnita: Você tem fome do que?


    Escrito por Fabio Gouvêa às 13:22
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    28/08/2008

    0x0

    Quando você pensa que já viu de tudo....

     

    Aparece uma nota de R$ 3,00 no Rio Grande do Sul...

     

    A outra que vai no casamento e ainda avisa (discretamente)

     

    Mas ATENÇÃO! o que vocês verão agora, provavelmente vocês nunca tenham visto (quem já viu comente)....

    Com Já disse antes (http://001pontodevista.zip.net/arch2008-07-01_2008-07-31.html#2008_07-22_11_00_13-129238096-0), que a Madonna não é santinha, agente já sabe, e que quando ela cantou "like a virgin" já não era mais também!

    O fato é que a pose de boa pessoa e "Rainha do Pop" esconderam o lado invernáculo da moçoila

    Vamos aos fatos: Bem antes de ser a Rainha do Pop, Madonna nos anos entre 1978 e 1980 foi clicada pelos fotógrafos Lee Friedlander, Martin H. Schreiber e Bill Stone.

     

    Com pouco mais de 20 anos, ela tentava entrar na carreira de Rainha de algo, que mais tarde conseguiu, o fato é qua nessa época ela precisava levantar fundos para a formação de sua banda e topou ganhar um grana extra como modelo de sessão de fotos nuas.

    Podemos dizer que as fotos mostram uma Madonna bem diferente da cinqüentona que vemos hoje: cabelos castanhos, pernas não tão torneadas e sem músculos.

    Em 1979, a cantora foi contratada fixa de Martin para posar como modelo para um curso de fotografia de nudez, organizado numa escola de artes de Nova York.

    Logo após a cantora estourar na paradas com seu primeiro grande sucesso, a música 'Like a Virgin', as imagens de Lee e Martin foram parar na edição de setembro de 1985 da 'Playboy' americana. Em resposta à 'Playboy', a concorrente 'Penthouse' publicou, no mesmo ano, as fotos produzidas por Bill Stone.

    Agora lhes pergunto: o que vamos ver de Madonna, em sua turnê pelo Brasil em dezembro?

    Like a virgin?

    Vamos conferir!

     



     

     


    Escrito por Fabio Gouvêa às 11:52
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    21/08/2008

    .

    50 Receitas

    Eu respiro tentando encher os pulmões de vida
    Mas ainda é difícil deixar qualquer luz entrar
    Ainda sinto por dentro toda a dor dessa ferida
    Mas o pior é pensar que isso um dia vai cicatrizar

    Eu queria manter cada corte em carne viva
    A minha dor em eterna exposição
    E sair nos jornais e na televisão
    Só pra te enlouquecer
    Até você me pedir perdão

    Eu já ouvi 50 receitas pra te esquecer
    Que só me lembram que nada vai resolver
    Porque tudo, tudo me traz você
    E eu já não tenho pra onde correr

    O que me dá raiva não é o que você fez de errado
    Nem seus muitos defeitos
    Nem você ter me deixado
    Nem seu jeito fútil de falar da vida alheia
    Nem o que eu não vivi aprisionado em sua teia

    O que me dá raiva são as flores e os dias de Sol
    São os seus beijos e o que eu tinha sonhado pra nós
    São seus olhos e mãos e seu abraço protetor
    É o que vai me faltar
    O que fazer do meu amor?

    Eu já ouvi 50 receitas pra te esquecer
    Que só me lembram que nada vai resolver
    Porque tudo, tudo me traz você
    E eu já não tenho pra onde correr

     

    Dispensa qualquer comentários. Não necessito grifar nada, a música INTEIRA faz sentido. Leone arrebentou com ela!

     

    Conheci a música no http://goiabasverdesfritas.blogspot.com


    Escrito por Fabio Gouvêa às 09:15
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    20/08/2008

    .

    Infinita Highway

     

    A música eu posto depois. Taantos assuntos pra postar, que hoje daría uns 10 posts; gosto de embaralhar! Vou jogar tudo aqui, e quem sabe alguem entenda, e defenda seu ponto de vista.

     

    Macacos me mordam! É muita coisa mesmo!! Semana de arquitetura, ter palestras de patrimônio histórico é um saco. Prefiro modernismo, coisas mais novas. Tudo bem, entendo o lado dos feras da arquitetura querer preservar aquilo que é antigo, que contém história, mas pessoalmente falando, acho um saco mesmo! Parto do princípio de que temos que criar novas coisas, para que ficarmos nos atendo ao passado? As vezes o passado confunde, o que vale é o que fazemos depois, as impressões que deixamos depois, podemos destruir toda uma história se por exemplo depois de contruir uma linda igreja, ela desabe sobre os fiéis. Por isso, é bom que nós façamos as coisas com a plena certeza de que vamos sustentar, ou seja, se não sei calcular as estruturas, tenho que solicitar que um engenheiro me ajude, por que eu sei, é chato mesmo, depois ficarem nos culpando, mas fazer o que? Se o que projetamos não se sustentar, o mínimo é pedir desculpas, e esperar que literalmente a poeira abaixe. Quem não se lembra de Sergio Naya e seu Palace 2? Muito fácil desmoronar o sonho das pessoas, e depois fingir que nada aconteceu e simplesmente dizer para que elas "consturam" suas vidas novamente. Devemos ter cuidado e responsabilidade ao projetar.

     

    Apesar dos riscos, prefiro projetar coisas novas! Nada de passado, história ou preservar. Vamos nos permitir! Poxa... papo jurássico! Não curto mesmo! Legal ver a história contada em documentos ou fotos. Nada de ficar vendo ela sempre, todo dia. Nem sempre é legal, magina se quisessem preservar tudo? Iríamos morar em cavernas!

     

    Chega de patrimônios! Vamos fazer valer a pena as coisas atuais, só depende de nós!

     

    A blogosfera deve estar tendo dores de cabeça! Meninas, amigas! Chega de frutas e remédios. Vão acabar tendo overdose, deixe quieto. O erro de tempo verbal é proposital, mas os erros de frutas com remédios é real, se é que me entendem!

     

    Cortei o dedo com um estilete ontem, ajudando minha irmã num projeto da escola. Terrível como sangra, sangra e sangra. Deve ser porque nao fiz um curativo! Mas o que é um dedo? Deixa eu cuidar da minha vida, nao vou me preocupar com o dedo, afinal, tenho muita coisa da escola para fazer, trabalho, o dedo sára sozinho, a vida eu to cuidando.

     

    O texto hoje está vago, deve ser por que hoje, definitivamente nao consegui costurar os assuntos, faltam coisas para dizer. Aninha pediu a postagem da música do título, e como ela tem bastante sentido, casei o texto com a música. Talvez ela complete minhas idéias que estão meio que voando. Não curto mesmo dizer coisas nas entrelinhas, mas pior que isso é invadir o espaço nao é? Entao, como na ditadura: entende quem consegue. Só que tipo, se escrevo é porque sinto necessidade... Nao quero cuidar de ninguém, talvez em algum tempo eu já tenha muita coisa para cuidar e tomara q eu consiga. Cobraças indevidas não! Nao gosto quando minha mãe fica por exemplo me enchendo o saco quando fuço nas coisas dela, porque ela me deu esse direito! Quantas vezes cansou de mecher nas minhas? Mas agora ta tudo bem com ela, e não quero falar disso... ela também tem o lado dela. Todos têm.

    Vamos de musica logo!

     

    Você me faz correr demais 
    Os riscos desta highway 
    Você me faz correr atrás 
    Do horizonte desta highway 
    Ninguém por perto, silêncio no deserto, 
    Deserta highway 
    Estamos sós e nenhum de nós 
    Sabe exatamente onde vai parar 
     
    Mas não precisamos saber pra onde vamos 
    Nós só precisamos ir 
    Não queremos ter o que não temos 
    Nós só queremos viver 
    Sem motivos nem objetivos 
    Estamos vivos e isto é tudo 
    É sobretudo a lei 
    Dessa infinita highway 
     
    Quando eu vivia e morria na cidade 
    Eu não tinha nada, nada a temer 
    Mas eu tinha medo, medo desta estrada 
    Olhe só! Veja você 
    Quando eu vivia e morria na cidade 
    Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor 
    Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava 
    E, à noite, eu acordava banhado em suor 
     
    Não queremos lembrar o que esquecemos 
    Nós só queremos viver 
    Não queremos aprender o que já sabemos 
    Não queremos nem saber 
    Sem motivos, nem objetivos 
    Estamos vivos e é só 
    Só obedecemos a lei 
    Da infinita highway 
     
    Escute garota, o vento canta uma canção 
    Dessas que a gente nunca canta sem razão 
    Me diga, garota: "Será a estrada uma prisão?" 
    Eu acho que sim, você finge que não 
    Mas nem por isso ficaremos parados 
    Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão 
    Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre 
    Se tanta gente vive sem ter como viver 
     
    Estamos sós e nenhum de nós 
    Sabe onde quer chegar 
    Estamos vivos sem motivos 
    Mas que motivos temos pra estar? 
    Atrás de palavras escondidas 
    Nas entre linhas do horizonte 
    Desta highway(?) Silenciosa highway 
     
    "Eu vejo um horizonte trêmulo 
    Tenho os olhos úmidos" 
    "Eu posso estar completamente enganado 
    Posso estar correndo pro lado errado" 
    Mas "A dúvida é o preço da pureza" 
    É inútil ter certeza 
    Eu vejo as placas dizendo "Não corra" 
    "Não morra", "Não fume" 
    "Eu vejo as placas cortando o horizonte 
    Elas parecem facas de dois gumes" 
     
    Minha vida é tao confusa quanto a América Central 
    Por isso não me acuse de ser irracional 
    Escute garota, façamos um trato: 
    "Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato" 
    Eu posso ser um Bealte 
    Um beatnik, ou um bitolado 
    Mas eu não sou ator 
    Eu não tô à toa do teu lado 
    Por isso garota façamos um pacto: 
    "Não usar a highway pra causar impacto" 
     
    Cento e dez 
    Cento e vinte 
    Cento e sessenta 
    Só pra ver até quando 
    O motor aguenta 
    Na boca, em vez de um beijo, 
    Um chiclet de menta 
    E a sombra de um sorriso que eu deixei 
    Numa das curvas da highway
    Um pouquinho de Renato pra terminar:
    E me diz: pra mim o que é que ficou?
    São fatos!
    Agradecimento: Aninha! a musica...
     


    Escrito por Fabio Gouvêa às 11:46
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    19/08/2008

    .

    Quimera quem me déra viver, mesmo que ludicamente essa utopia.

     

    Vou seguir a linha de escrever algo todo dia, e postar coisas de interesses múltiplos. Hoje vou falar de propostas, apostas, dispostas e opostas! Jogo das palavras que na verdade cansamos de fazer na vida real. Quantas vezes fazemos propostas, dispostos a cumprir algo oposto ao que de fato pensamos?

     

    Embaralhei, não é? Não existe problema algum de um astronauta viver no mundo da lua, assim como o piloto com a cabeça nas nuvens. Porque então nao posso brincar com as palavras? Digo mais, com seus pensamentos?!

     

    Linhas mal-ditas, perdoem! Perdi a linha central do texto: propostas, dispostas, apostas, opostas. A inversão da ordem foi proposital. Oras, quantas vezes "nossas idéias não correspondem aos fatos"? Por isso, dizemos coisas e invertemos depois! Nossas idéias são opostas muitas vezes até mesmo aos nossos ideais, contudo, isso é perfeitamente "entendível", pois ideais são uma forma lúdica de projetar a vida.

     

    Chegar ao ponto onde eu queria ia ser ousado, na verdade o uso de parábolas muitas vezes chega a ser imoral, por dizer algo que nao estamos dizendo de verdade! Cheguei! É isso, muitas vezes dizemos coisas querendo dizer outras. Nao somente dizer, escrevemos, e-mails, mensagens instantâneas, sms. Hoje a tecnologia nos permite não precisar mais olhar para as pessoas para dizermos as coisas.

     

    Banaliza-se então o convívio, o toque, a percepção e o contato entre os seres humanos. Isso é terrível, essa revolução repentina do avanço tecnológico às vezes me deixa com raiva. Por isso me desligo do celular, fim de semana nao acesso Internet, se estou sozinho em casa nao atendo o telefone. Enfim, a tecnologia desenfreada me fez mudar alguns hábitos, e percebi que posso não ser escravo de tudo isso.

     

    Mudei o rumo da proza de novo, acho que vou fechar esse texto. As idéias borbulham, e não consigo organizá-las. Acho que foram alguns textos que li hoje de manhã, propóstas opostas daí o título, olha que não foram poucas! Empreguei achismos de mais nessa ultima estrofe!!!

     

    Hoje como a tecnologia, aprendi a não confiar e acreditar muito em outras coisas também, e por isso sou um pouco cético, guardei algumas lembranças na minha caixinha de desuso. Mas isso é conversa para um outro dia, vou dizer enfim pra nao diz-dizer mais nada!


    Escrito por Fabio Gouvêa às 10:58
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    18/08/2008

    Bem que se quis

    Que título medíocre se assim posso dizer! Acontece que na escola aprendi que para as pessoas lerem algum texto, o título deve encher os olhos delas! Pessoas curiosas lêem os textos pelos títulos. Engraçado, pois! Deviam escrever revistas de títulos e não de textos, já que textos são cansativos e títulos são atraentes!

    Vamos ao texto! Resolvi esse fds o problema com a minha mãe, acabei com os medos que me assolavam, agora só mesmo o tempo dirá o que vai rolar pra frente. Tempo ao tempo...

    Vamos de música? Sim! Vamos de Lulu!

    Musicas que caem como luvas!
     

    Pode até parecer fraqueza, caberá só a mim esquecer... O que eu ganho e o que eu perco (lindo) "Ninguem precisa saber".

     

    Eu gosto tanto de você
    Que até prefiro esconder
    Deixo assim ficar
    Subentendido
    
    Como uma idéia que existe na cabeça
    E não tem a menor obrigação de acontecer
    
    Eu acho tão bonito
    Isso de ser abstrato, baby
    A beleza é mesmo tão fugaz
    
    É uma idéia que existe na cabeça
    E não tem a menor pretensão de acontecer
    
    Pode até parecer fraqueza
    Pois que seja fraqueza então,
    A alegria que me dá
    Isso vai sem eu dizer
    
    Se amanhã não for nada disso
    Caberá só a mim esquecer
    O que eu ganho, o que eu perco
    Ninguém precisa saber
     
    Galera... PF: vamos manerar no Prozac e no Lexotan!


    Escrito por Fabio Gouvêa às 10:57
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    15/08/2008

    Ele foi o mestre

    Não sabia o que postar, na verdade eu até sabia, mas o pudor impediu-me tornar públicas algumas idéias insanas.

    Droga...

    Vou postar hoje sobre um cara que tem "conversado" muito comigo essa semana. Poxa vida, incrível como certas musicas fazem tanto sentido em alguns momentos de nossas vidas. Nada aqui é impessoal, nem tão-pouco subliminar, nem por isso escrevo nas entrelinhas, todavia, nem tudo deve ser levado ao pé da letra.

    As negativas são constantes. Tenho sentido tanta falta de uma pessoa, orgulho burro da porra de ambas as partes. Medo de tornar, medo de sofrer de novo. Esse fim de semana devo acabar com tudo isso, e mesmo que ilusóriamente, esquecer de vez medos, anseios e afins.

    Voltemos ao Renato!

    Ele tinha aquela grande tristeza

    que ele nunca disse bem que tinha.

    Mas andava na cidade como quem

    anda no campo.

    E triste como esmagar flores em livros

    e pôr plantas em jarros

    E uma música que definia bem o Renato, e algumas partes dela dizem algo de nós.

     

    Quero me encontrar, mas não sei onde estou
    Vem comigo procurar algum lugar mais calmo
    Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita
    Tenho quase certeza que eu não sou daqui
    Acho que gosto de São PauloGosto de São João
    Gosto de São Francisco e São Sebastião
    E eu gosto de meninos e meninas
    Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
    Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente
    Estou cansado de bater e ninguém abrir
    Você me deixou sentindo tanto frio
    Não sei mais o que dizer
    Te fiz comida, velei teu sono
    Fui teu amigo, te levei comigo
    E me diz: pra mim o que é que ficou?
    Me deixa ver como viver é bom
    Não é a vida como está, e sim as coisas como são
    Você não quis tentar me ajudar
    Então, a culpa é de quem? A culpa é de quem?
    Eu canto em português errado
    Acho que o imperfeito não participa do passado
    Troco as pessoasTroco os pronomes
    Preciso de oxigênio, preciso ter amigos
    Preciso ter dinheiro, preciso de carinho
    Acho que te amava, agora acho que te odeio
    São tudo pequenas coisas e tudo deve passar
    Acho que gosto de São PauloE gosto de São João
    Gosto de São Francisco e São Sebastião
    E eu gosto de meninos e meninas
     
    Enfim, as vezes precisamos apenas de algumas respostas
    Te fiz comida, velei teu sono
    Fui teu amigo, te levei comigo
    E me diz: pra mim o que é que ficou?
    Bom fds a Todos!


    Escrito por Fabio Gouvêa às 10:23
    [ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

    12/08/2008

    Indignação

    Hoje não tem título colorido, letras coloridas, fotos, nem nada do tipo, pois, a palavra hoje é INDIGNAÇÃO.

     (vide dicionário acima)

    Eu não aguento mais ser vítima de assaltos. E lógico, ninguém gosta, e todos temem isso. Fui assaltado ontem, a questão não é o que levam de você, e sim o que eles deixam: o medo, pânico, uma sensação angustiante, tudo é muito ruim. Depois de passado o susto, fui refletir o que leva uma pessoa a achar que tem o direito de tomar algo de outra, ainda que para essa outra, aquilo nao signifique tanto ou não. Pois bem, lí algumas teses de doutores, mestres e psicólogos que explicam certas atitudes de roubos, furtos, cleptomania, e eu diria mais: sem-vergonhice. (Lógico, pelo lado estudioso da coisa, eles são coitados, que muitas vezes sofreram de traumas e hoje são assim.... Safados)

    Vamos abrir os olhos! Coitados somos nós que lutamos o mês inteiro, e nos damos ao luxo de às vezes comprar coisas que satisfazem o nosso ego, ou até mesmo que satisfazem apenas as nossas necessidades, mas ísso é problema de cada um. Se roubaram um Rolex do Luciano Ruck, ele sim é o coitado, e não o ladrão. E, se por outro lado, ele desfila com um Rolex de R$ 40.000,00 pura e simplesmente por ostentação, é porque um dia, ele trabalhou pra isso.

    Segundo o dicionário, Roubar também é esquivar-se, e esquivar por sua vez, é fugir, desviar, evitar, escapar de algo ou de alguém. É isso mesmo que eles fazem: fogem, de si próprios, dos seus problemas, fogem de ser pessoas honestas, fogem do compromisso do trabalho, fogem de ser pessoas descentes e reconhecidas.

    Pois que sejam para sempre vermes, e vivam das migalhas que conseguirem arrancar da vida, a vida, a vida... ela é cíclica, de alguma forma tudo volta, como um BUM-merang! Pessoas que fogem de serem pessoas descentes não merecem nossa compaixão.

    Enfim, sejamos honéstos, lutemos por conquistar as nossas coisas, e ostentar o quanto nos for necessário e o quanto isso for bom ao nosso ego, afinal, Nós lutamos para conseguir o que tivemos, se hoje, sou o que sou e tenho o que tenho é porque trabalhei pra isso. Nunca saí assaltando ninguém para conseguir minhas coisas. Por isso não passei, meu relógio, minha blusa e meu tênis. É direito meu, eu comprei, caros ou não, superficiais ou não, almejei, trabalhei e conquistei. Como meu caráter, certas coisas não vão poder tirar de mim, os dez reais levaram, mas isso não indica quem eu sou, e sim eles: seus valores.

    Não valem os dez reais que levaram, e certamente vão perder na primeira boca de fumo que com certeza é o caminho para a morte se continuarem nessa vida.

    Também não disse que é para reagirem a assaltos e nao deixarem que levem suas coisas, agi por impulso.

    Indignado

    Agradecimentos: Pri (Goiabas) - copiei a forma que ela usa o dicionário, Lari, Pam, Aninha, Carlie, Mari e Thyago que falaram comigo quando eu ainda estava em choque

     


    Escrito por Fabio Gouvêa às 16:34
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