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Prazer (pra todos nós!) Meu nome é Fabio Gouvêa, sou estudante de Arquitetura, nasci em 1988, moro no interior de SP, São José dos Campos.
Desde menor gosto de escrever, aos 14 anos escrevi um livro, já plantei uma árvore, só me falta um filho! Tenho gostos variados, por isso de um blog de variedades, curto muito pensamentos, reflexões e filosofias, por isso às vezes escrevo textos desse sentido.
Não gosto de rótulos e creio que por ter uma personalidade bem forte decidi criar o blog, afinal de contas, sou adepto à livre expressão e a divergência de opiniões. Não, eu não sou o dono da verdade! Mostre-me a sua, e se for capaz, me convença! Ponto de Vista Blog

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    21/05/2010

    A Grande diferença

    Apega-se muitas vezes às nomenclaturas que casualmente empregamos às coisas. E Isso tem me levado bastante a refletir.

    A pergunta é: o que importa a forma como você chama?

    O que importa a palavra mãe, se a sua não se presta a esse papel? O que importa a palavra honesto para um político corrupto? De que adianta dizer que é alguma coisa, se na verdade isso não funciona?

    Meu discurso é um tanto quanto persuasivo. Eu só queria expressar que pra mim, os sentimentos não precisam ser quantificados, muito menos as relações deles. Não espero calorosos “eu te amo”, porque palavras são apenas palavras. Não preciso de um símbolo para ter um relacionamento, ou chamá-lo de algo, como queira: namoro, casamento, amizade, compromisso, união, cumplicidade.

    Eu sinto.

    E saberei quando for a hora, sem que precisem me dizer. Se estiver comigo, é porque me quer e isso já basta. Aliás, isso é o que basta. Então, não preciso chamar algo de meu, uma vez, que nada me pertence, nem eu a mim mesmo. E o tempo é capaz de dar nomes à todas as coisas, enquanto a mim, me encarrego de ter essas coisas, enquanto elas quiserem ser minhas. E enquanto assim for, eu vou cuidar muito bem, para que assim elas sejam minhas, mesmo que não sendo...

    “Eu vou cuidar
    Eu cuidarei do seu jantar
    Do céu e do mar, e de você e de mim

     

    Cafe Terrace at Night - Vincent Van Gogh

    O Café é em Arles, na França... E mesmo não sendo o original, e não sendo em Arles, é sempre bom admirar uma peça dessa numa noite gostosa, com alguem que eu não arrisco empregar qualquer tipo de nomenclatura!


    Escrito por Fabio Gouvêa às 16:44
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    19/05/2010

    Os sentidos

    Eu vejo, logo, contemplo a beleza que revela a forma, os contornos da face que revela-se a mim, e isso é determinante.

    Eu ouço, e essa voz acalenta os meus sentidos mais dormentes, e quero ouvir-te a cada instante, como trovão que acaba com a monotonia, e isso me aguça a imaginação de estar contigo, é determinante.

    Eu cheiro, e identifico cada nota exalada e se dispensar a visão, eu imagino um mundo por trás disso tudo, é muito determinante.

    Eu toco, e quando toco, todos os meus sentidos param como que se quisessem dar licença à sensação de sentir por excelência. Ao tocar, eu toco a mim mesmo, e involuntariamente, sinto simultaneamente aguçar meu paladar, e seria até vulgar descrever o que é sentir seguido do toque, provar cada pedaço, cada sensação. E isso deixa de ser determinante para ser fundamental.

    É Fundamental que meus sentidos estejam dominados e atraídos, sobretudo mais que meu cérebro e eu deixo de pensar se isso é perigoso ou não, se vai doer ou não, então, não existe passado, e não tenho brechas pra pensar em nada, o que era importante antes agora é só detalhe, e em tanto tempo, meu cérebro não se desligava. A minha vida eu comando pelas sensações. O cérebro é idiota demais.

    Sinta a vida! Isso é fundamental


    Escrito por Fabio Gouvêa às 16:15
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    17/05/2010

    Som do Nada

    Tem que ser assim! Tem que valer a pena uma sexta-feira fria, um sábado que começa e termina com alguém que te traga ansiedade. Um domingo inteiro disso.

    É como ouvir o som do nada, num dia ensolarado que o sol veio cumprimentar. É como se o relógio parasse, acabando com toda pluralidade que me cortejou os últimos tempos, é como se eu vivesse de novo a graça de ser a pessoa mais feliz do mundo.

    É ver nos seus olhos, ainda que mareados a profundidade de ser grande, acariciar seus cabelos até você dormir e zelar seu sono simplesmente pelo fato de sua companhia ser a única coisa que eu almeje para um final de domingo frio.

    Não quero correr o risco de não te dizer, se é pra pecar que seja por excesso. Sou honesto comigo, e você...

    Me ensinou várias coisas em tão pouco tempo e eu entrei no seu mundo que é tão mais encantador! Isso não é uma declaração, é um desabafo... é um pedido.

    Vem, te espero agora, porque a vida é lá fora. Pegue sua caneta, vem comigo escrever essa história!


    Escrito por Fabio Gouvêa às 14:18
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