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Prazer (pra todos nós!) Meu nome é Fabio Gouvêa, sou estudante de Arquitetura, nasci em 1988, moro no interior de SP, São José dos Campos.
Desde menor gosto de escrever, aos 14 anos escrevi um livro, já plantei uma árvore, só me falta um filho! Tenho gostos variados, por isso de um blog de variedades, curto muito pensamentos, reflexões e filosofias, por isso às vezes escrevo textos desse sentido.
Não gosto de rótulos e creio que por ter uma personalidade bem forte decidi criar o blog, afinal de contas, sou adepto à livre expressão e a divergência de opiniões. Não, eu não sou o dono da verdade! Mostre-me a sua, e se for capaz, me convença! Ponto de Vista Blog

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    16/03/2010

    Sonhos de Papel

    Nem Freud explica essa minha ausência de Inspiração.

     

    Mas talvez Freud tenha explicado sim, que inconsciente significa tudo que reprimimos numa briga funesta com nosso superego. E quando, por algum motivo ou outro, deixamos aberta nossa porta do inconsciente, a Inspiração vem a todo vapor.

     

    A inspiração então, seria nada mais nada menos que tudo aquilo que guardamos no inconsciente.

     

    De repente, meu inconsciente esvaziou

    Me parece, que tudo que era ruim passou

    Meu sepulcro outra vez se fechou

    Quando pra longe os meus medos você levou

     

    Foi sábio dizer que o tempo é diferente

    A paciência talvez tenha sido o caminho mais inteligente

    De joelhos, projeto o rosto contra o céu

    Seriam meus sonhos de papel?

     

    Não, eu sonhei, eu corri, eu esperei.

    Eu pensei, eu esperei, eu esperei

    Eu sonhei, sonhei, sonhei.

    Um dia, do nada, acordei.

     

    A Persitência da Memória - Salvador Dali

     

    Se eu escrevia, é porque sentia. A necessidade jamais foi uma vaidade. Espero, de verdade, que essa ansiedade não volte... Sinto, que agora estou livre, penso que esteja do lado que estive, espero que não te julguem como a mim, escrever às vezes é a melhor forma de aliviar, ainda que não seja a mais indicada.


    Escrito por Fabio Gouvêa às 16:17
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    08/03/2010

    Idade Média

    Acabou o Helenismo! Abram se as cortinas do tempo que mudará a história, mas durará apenas uma noite, se considerarmos que nós somos o ultimo segundo da Humanidade.

    A Idade Média me excita! Eu gosto muito do Renascimento, talvez por ser tentado ao clássico, mas sem ela, Renascer não seria possível.

    Nas ultimas férias decidi estudar afinco esse que considero o Período mais católico da história. Algumas pessoas podem discordar, dizendo que a supremacia católica foi no período Barroco, mas a minha tese é que a Idade Média, por ter durado seu milênio, teve muito mais influência do que o Barroco.

    A Idade Média tem muita expressividade quanto à Arquitetura, Economia, Artes, Política, Tecnologia e eu poderia citar muitos outros tópicos, mas o que me encanta é a Filosofia.

    O Helenismo que antecedeu a Idade Média foi um período de muitas informações no campo da filosofia, várias vertentes surgiram, e que dariam espaço à Idade Média. 

    Na Idade Média então, temos a supremacia cristã, e a Igreja Católica se firmou pela primeira vez no campo da filosofia, que em outrora, era marcada principalmente pelos Gregos.

    É o momento de provas, e eu gosto muito de provas! O período era crucial, a ICAR tinha que provar a fé por uma visão filosófica, em um período em que ela estava sendo testada, a razão era a lei.

    Santo Agostinho cristianizou Platão e São Tomás Aristóteles. Não vou entrar no mérito, mas Agostinho achava que provaria algo com a fé, e Tomás por sua vez, acreditava que a razão deveria estar acima da fé.

    E esse dilema perdurou-se e hoje eu ainda me pergunto. Seriam as idéias cruciais? Seria a razão mestre-mãe? Ou talvez, sejamos regidos por uma “mente cósmica” como posteriormente viria Berkeley declarar?

    Somos uma briga cósmica de razão, emoção e idéias e ao mesmo tempo podemos não ser nada, um mero pensamento, talvez sejamos apenas uma metaficção. Somos deuses de nós mesmos, mas não sabemos tomar decisões. Somos fortes o bastante, mas por vezes entramos na contramão. Eu sou meu, eu sou teu, sou de um milhão.

    Porque ser é estar, mesmo nesse turbilhão, de repente nada mudou.


    Escrito por Fabio Gouvêa às 09:01
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