Cartaz Interessante
Olá galera! Hoje vamos de humor...
Cada coisa que agente vê por ai que até Deus duvida!

Prazer (pra todos nós!)
Meu nome é Fabio Gouvêa, sou estudante de Arquitetura, nasci em 1988, moro no interior de SP, São José dos Campos.
Desde menor gosto de escrever, aos 14 anos escrevi um livro, já plantei uma árvore, só me falta um filho!
Tenho gostos variados, por isso de um blog de variedades, curto muito pensamentos, reflexões e filosofias, por isso às vezes escrevo textos desse sentido.
Não gosto de rótulos e creio que por ter uma personalidade bem forte decidi criar o blog, afinal de contas, sou adepto à livre expressão e a divergência de opiniões.
Não, eu não sou o dono da verdade! Mostre-me a sua, e se for capaz, me convença! Ponto de Vista Blog
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Dia de Festa!
Ontem o Blog completou 1 ano!
* Farei apenas algumas postagens pra terminar a série de contos (parte 1 , parte 2), que eu havia começado, e por falta de tempo (ta bem corrido mesmo) eu não consegui dar seqüência. Estou levantando dados para prosseguir com a série, aguardem as próximas postagens!!
Trocando as Estações
“Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas"
Eu gosto do Outono, não mais do que o verão, mas aprendi a esperar e a ter paciência. Eu não vou conseguir mudar o ciclo para que o verão volte antes de outras estações. Já ouvi “Não misture as estações” e essa é a mais pura realidade.
Já vivi um Outono perfeito, porque então me apegar ao verão? Quem sabe esse Outono não pode ser perfeito também?
São apenas hipóteses, não quero reviver nenhuma estação, eu quero apenas tornar cada nova estação um pouco mais especial do que aquela que já passei. A paciência é uma virtude. Eu já estive errado em muitas coisas, mas tenho certeza plena daquilo que vivi naquele Outono passado, sei que foi bem rápido e logo houve o Inverno, mas nada que a Primavera não tivesse florescido e que depois o Verão não viesse acalentar.

Todavia eu sabia que quando naquela outra estação me disseram da dependência, sobretudo a física estavam errados, eu tinha plena certeza disso, talvez esse fosse o pior absurdo com o qual me deparei, e de fato eu tentei enxergar essa dependência com as estações. Mas que bom saber que não era mesmo, ou não! Sei lá, o fato é que eu gosto mesmo de verão, não vou negar!
Eu sei que o maior medo do Outono é o Inverno que você vai passar, porque esse fato é iminente, mas eu não me preocupo mais, eu espero, sem pressa, eu até entendo hoje! O carinho que eu nutria pelo verão é o mesmo, eu só não fico na expectativa que ele volte logo, porque sei que não cabe a mim mudar as estações, apenas, espero, sorrateiro, calmo, leve, porque quando chegar o verão, eu vou viver intensamente!
Aprender com a paciência é bom! A humildade é uma das maiores virtudes, eu cresci, eu vivi e eu mesmo comprovei, não posso mudar o ciclo, tenho que viver a estação!
Esperar não é tão ruim assim!
Ringue de Jesus!
E Jesus Cristo disse: “se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” e parece que eles levaram realmente ao pé da letra!
Vou situar a vocês: A Igreja “Renascer em Cristo” promoveu, organizou, sei lá como se dá o nome disso!! Mas enfim, a igreja abrigou um campeonato de Vale Tudo com o intuito de atrair os jovens.
Como se não bastasse os bispos fugindo do país com rios de dinheiro, o teto que cai literalmente sobra a cabeça dos fieis (dizem que no momento da pregação o pastor disse “que o teto caia sobre a minha cabeça se eu estiver mentindo”), brincadeiras à parte!
Uma igreja que quer obrigar crianças a parir, a outra que quer promover luta livre pra atrair.
Uma igreja milenar, a outra, nem saiu das fraldas.

Acredito que deve ser humilhante pra quem estiver de lá de cima vendo tudo isso. Não levanto bandeiras em nome de nenhuma congregação, não estufo o peito carregando placas de nenhuma denominação, sabe por quê? Pelo simples fato de achar que não devo me emporcalhar com tudo isso.
Na casa de Deus é lugar de ringue por acaso? De forma alguma, só alguns 3 ou 4 rounds. Mas fica alerta: não se pode beber ou fumar. Era o cúmulo se fosse liberado não é?! Eu nem perderia meu tempo procurando bares sábado à noite, pois veja só se Deus não ficaria contente: eu estaria me divertindo na casa dele, bebendo, fumando, vendo uma luta livre (que deve ser muito legal), tudo isso, por Deus e com meus irmãos em sua casa!
Não fica até coerente demais? Acho que os anjos devem se depenar no céu, é por isso que todo mundo quer ir prá lá, foi daí que sai a denominação Peso Pena!
Eu não tenho mais paciência! Eu acredito em Deus, mas não venha com seu liquidificador querendo me sugar pra carregar sua bandeira de igrejinha, por favor! Eu com meus pecados sou muito menos hipócrita do que esses que enchem a boca pra julgar os outros. Eu tenho a minha fé independente do nome, independente de como professo isso. Independente mais ainda, do que qualquer pessoa no mundo possa achar certo ou errado.
Enfim, é cada absurdo que agente fica pasmo, é uma atrás da outra! Se bem que, pegar um ‘irmão’ que agente não vai muito com a cara, e em nome de Deus levá-lo ao ringue pra ver se atrai fiéis e arrebentar com o sujeito não seria má idéia. O problema é se a moda pega... Quem vai pagar o dízimo??
Matéria na folha de Sâo Paulo CLIQUE AQUI
Excomungue-me também, não quero comer desse pão
Indigna-me dizer que faço parte de uma igreja que quer obrigar uma criança de 9 anos (1,30m de altura) a ter gêmeos frutos de uma violência feita por seu padrasto.
È hediondo uma Igreja tão anacrônica praticar atos tão ridículos em nome de Deus. Quem foi que disse que a inquisição acabou?
Se por um lado não acabou, por outro, eu como fiel peço então à Madre Santa que venda à essa família indulgências, para que passa limpar-lhes seus pecados, onde é mesmo o caixa? Onde estará agora Alberto de Mogúncia arrecadando as indulgências afim de reformar a Basílica de São Pedro?
Esqueci-me que acobertaram de mármore a maior igreja do mundo, com pinturas de artistas famosos, esculturas caríssimas, sem contar com todas as outras superfluidades que contém lá, pra que querem mais dinheiro?!
Chega! Não vamos mais manchar o nome da bucólica vida de 2.000 anos da Madre Santa! A Idade Média já se encarregou de enxovalhar o quanto pôde, agora é hora de bancar a moralista perfeição ou a pecadora arrependida, mas que tem o direito de mudar.
Chega mesmo! Vamos criar novos pecados capitais, mas eximam o Santo Padre, pois ele gosta de usar Prada com grandes cordões de ouro maciço e anéis carregados de pedras! Enquanto isso, dizemos aos fiéis que é pecado a ganância!
Mas que disparate!
Qual é o homem que pode quebrar a ligação de um filho com um pai? Qual é mesmo o poder de um homem desligar na terra o direito de ter comunhão com Deus uma família que teve que escolher entre a filha ou as vidas fruto de um estupro? Ou ainda mais, trocar a vida das três crianças por possibilidades, hipóteses, chances quase mínimas de sobrevivência de alguma parte delas?
E eu digo que comungo de tudo isso? Que concordo com essa postura cega, errônea e totalmente intolerante? Onde ficam os Padres que abusam de crianças? Fale baixo! Alguém pode ouvir, não podemos manchar a igreja, coloquemos o padre herege escondido em um canto, ninguém irá saber de nada.
Ah, como é arriscada essa postura! Esquecer que a Igreja tem grandes cúpulas com tetos de vidro, mas uma hora toda essa bomba pode explodir.
Assumo o perigo de contestar a tudo isso, assumo o risco, ainda que sem armas tão poderosas para lutar, todavia quem há de ser contra meus pensamentos? Lembro-me de ler sobre “livre arbítrio”, e não existiam punições tão severas quando Deus era amor.
Agora que Deus se tornou “figura” e que essa deve ser sobretudo respeitada e não vivida, eu grito em tom de súplica: Excomungue-me também, não quero comer desse pão! Não participarei dessa ceia, eu não concordo com essa barbárie.
Pode parecer algum tipo de contestador rebelde, mas não estou rebelando uma guerra contra a Igreja, muito menos querendo criar adeptos à minha opinião.
Essa é a minha indignação, e como tudo isso está aquém dos meus conceitos, eximo-me de toda essa culpa e prefiro ficar de fora dessa vergonha. Se é que existe um Deus, ele sabe que não fui culpado pela morte das crianças, a mãe delas também não o foi, e a avó o mesmo, assim como os médicos.
Se alguém de toda essa história merece o julgamento justo da parte de Deus ou da Igreja, esse alguém é o padrasto dessa menina que a violentava desde os 6 anos de idade. Mas ele? A igreja deu o perdão, ora, existem crimes horríveis, mas apesar de tudo ele merece uma segunda chance, pois não atentou contra a vida.
Não?
Não, não, não... repugno a tudo isso, e mais uma vez volto a dizer, para que existam testemunhas que não participei, não apoio e não comungo dessa infâmia, tirem-me desse bando quando for julgar a todos.
Excomunguem-me, por favor, não faço parte desse indecoro.
Vitrines pobres de brinquedos comuns
Eu procurava sem querer achar.
Pode parecer hipócrita, mas foi assim a busca
Eram como grandes prateleiras
Ou talvez, a melhor definição seja Grandes Vitrines
Estavam todos lá: suas definições, preços e funções
Muitos dos brinquedos eram interessantes
Alguns eram só bonitos, mas sem conteúdo
Estava ficando enjoado, aquele lugar era maçante
Então ao longe avistei o que eu procurava
Quem sabe eu quisesse mesmo achar
Mas não foi bom, senti pena, senti asco
Estava frio em seu lugar, estático, sem ar
Era o que eu queria, eu sabia que não podia
Sua descrição parecia boa, contudo, mergulhado no vazio
Olhei algumas vezes, inconformado.
Estava lá, pra quem quisesse, exceto a mim.

Era estranho eu não poder levar
Qualquer outro poderia tirá-lo da prateleira
Não que fosse alto demais pra alcançar
Eu queria poder brincar, mas não podia
Era triste ver tão de perto, tão exposto
Tão fácil que parecia frágil
Mas eu não podia pegar
Eu não pude nem ao menos chegar
Estava inconformado, era injusto.
Lancei a mão sobre o bolso, tinham algumas moedas
Mas não valia o preço, não valia o esforço
Decidi não levar, não pensar
Guardei as moedas, as lembranças e aquela visão
Era um brinquedo legal, mas ficou comum
Qualquer um podia tirá-lo da prateleira, da vitrine
Foi isso que me tirou o desejo, a vontade de tê-lo
Era bonito, era legal e parecia bom
Mas o fato de qualquer um poder levar...
Me deu a sensação que não valia tanto.
Guardei tudo, fui embora e pensei:
- quem sabe um dia perca o encanto
Carnaval e FIM!
Chega então o feriado brasileiro mais badalado do país: Carnaval!
A todos muito juízo! Muita curtição, folia, festas, bebedeiras, zueiras, mas tudo com muita responsa em galera?
Vamos nos jogar, porque carnaval é festa!!
Aí em baixo pra curtirem o que promete ser um novo hit do momento, quem sabe não se torna um grito de carnaval??
Cuidado, cuidado povo de Deus! É uma armadilha de Satanás!!!!!
O hit é de ordem religiosa, mas meu Deus, pede pra ser zuado! Vai virar febre!!
Atenção!
O Ponto de Vista está com seus dias contados!
Mês que vem o blog completa um ano, foi um ciclo da minha vida, eu precisava exteriorizar e tornar públicos alguns pontos de vistas meus, e eu sempre fui totalmente adepto à cultura de Blogs.
Ser blogueiro é ser comprometido com a sociedade, com as questões filosóficas, econômicas, sociais e porque não bestiais?!
Mas, como tudo na vida tem seu tempo, minha paixão por essa cultura já passou, na verdade outras questões influenciaram para a criação do Blog e idem ao que se refere o término do mesmo.
Paixão, como já escrevi aqui - e bombou! - tem um tempo relativo, e é exatamente em torno de um ano, agora não estou afim de nutrir um amor por isso!! Meu projeto com esse blog já tinha alcançado seu objetivo há um tempo, e agora eu preciso dar importância a outras questões. Vocês ficarão com o arquivo até que a página saia fora de ar.
Talvez eu volte a escrever, mas não vai ser pra agora, e também não é uma intenção minha, se ocorrer será por acaso!
Espero que tenham gostado, agradeço a participação de todos que passaram por aqui e deixaram suas marcas e pontos de vistas.
No fim, descobri que não sou mesmo nenhum dono da verdade, por isso, desconsiderem muitas das coisas que talvez não tenham sentido. Entretanto, cultivar o que talvez fosse uma verdade plena pra mim me ajudou muito, e me fez refletir ao mesmo tempo. Nunca deixem de questionar, pois, tolo é aquele que não se dá conta do que acontece no mundo em sua volta ou quem sabe, a volta que dá seu próprio mundo?
Pra terminar, o blog será “alimentado” por cerca de mais um mês até completar seu aniversário.
Obrigado a todos, qual é o seu Ponto de Vista?
Meu problema é ser Parascavedecatriafóbico!
Aproveitando o ensejo, vou contar-lhes o porquê de todo esse meu medo de sexta-feira 13!
Desde que me lembro de sextas 13, eu tenho recordações não muito agradáveis. Sempre fui uma pessoa um tanto quanto azarada. Sabe-se, que acreditam ser o 13 um número de azar.
12 de acordo com a numerologia é considerado um número completo: 12 meses no ano, 12 signos do zodíaco, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus. 13 por sua vez, é um número irregular. Os templários foram presos a mando de Filipe IV de França, todos no dia 13/10/1307 – sexta-feira – acredita-se então, que a superstição tenha nascido daí.
Jesus cristo ceiou pela ultima vez com doze pessoas, treze com ele. Logo após foi crucificado e Judas se matou.
Temos alem desses, outros fatos que apóiam que o múmero treze nao é legal. Como se nao bastasse toda essa ‘urucubaca’ sobre o número treze, acredita-se também, que Jesus Cristo tenha sido morto em uma sexta feira treze. Entao, junta-se um dia da semana ruim (sexta-feira) e um número (13) macábro, fica entao, um dia sem muitas espectativas boas!

Tive sextas 13 muito ruins, já me roubaram bicicleta, carteira, assaltos. Geralmente sempre com uma intenção em comum, que é a de subtrair algo que eu tenha conquistado ou algo do que eu gostava muito.
Todavia, as ultimas sextas 13 nao me ocasionaram nenhum incidente desconfortável. Acho que não tenho mais passado por debaixo de escadas, também nao vejo mais gatos pretos! Mas devido à essas sucessivas experiências ruins, hoje me tornei uma pessoa mais desapegada, ando na rua mais tranquilamente (embora seja raro me ver andando a pé por aí), não ligo mais em perder as coisas, acho que desencanei mesmo! Perdeu, perdeu!
Mas nao vou perder o foco, hoje é sexta-feira 13, um dia um tanto quanto misterioso, nao vou esconder que sou Parascavedecatriafóbico (quem tem fobia específicamente de sextas-feiras 13), mas eu é que nao vou ficar sexta feira em casa, que o raio parta as coisas ruins! Saí zica!!
A curiosidade matou o gato. Posso me classificar como curioso, mas não sabia que eu tinha morrido. A verdade é que desde que me conheço por gente sempre quiseram matar o gato! Não ta entendendo? Vamos lá! Minha mãe me cantava: “atirei o pau no gato-tô, mas o gato-tô não morreu-reu-reu..”. Mas vou explicar meu ponto de vista para não acharem que sou pretensioso! Se a curiosidade matou o gato, logo, ele era curioso, se eu sou curioso, logo, eu sou um gato! Acabei de dar um “pulo do gato”!!

Só nunca entendi o porquê de Dona Chica ter ido à polícia. Apenas pelo berro que o gato deu? Na verdade ser gato às vezes traz um pouco de receio na galera, os gatos são esquivos, são espertos, são malandros, inteligentes. Eu próprio nunca gostei de gatos. Mas eu me amo! Só não acho legal essa perseguição com os gatos, existe a máxima “cão e gato”, mas os gatos não são santinhos, não tem o “gato e rato”?!! Nunca pense que porque você deu uma “surra de gato morto” você está por cima! Como já disse, e faço questão de frisar, sempre quiseram a morte do gato, contudo, ele é mesmo um bixo de sorte! Ele tem sete vidas, e talvez você só tenha ajudado-o a passar para a 2ª!! Mas vou terminar o texto, toda essa conversa de felino já deu algumas voltas! Acho que vou tomar um “banho de gato” porque tenho mais algumas coisas pra cuidar dessas minhas próximas vidas, tenho que fazer umas compras, mas tomara que eu “não compre gato por lebre”!! Ahh, ia me esquecendo, não tente me dar um banho de água fria, pois, “gato escaldado tem medo de água fria”, logo, estou vacinado! Beijo do gato ;)
Depois do fim de semana – muito agitado – nada melhor que irmos de humor, confiram:

Faltaram: - Cortar o rabo do macaco - Matricular o Pelé na natação Se alguém souber de outras, não hesite em dar sua contribuição!

Se és o Brilho
Se realmente você existisse
E se essa miragem que surpreende meu olhar
Não fosse apenas uma miragem pra se olhar
Talvez eu não consentisse
Talvez os talvez não seriam dúvidas
E eu não alimentasse, sem agregar, a fome que sinto
Que sinto de ser, de saber, já que não posso ter.
Se do alto de sua amplitude, com sua luz esplendorosa
Sei que faço uso da redundância
Mas, se do alto de sua amplitude, com sua luz esplendorosa
Dotada de vil magnificência, existes
Ilumina-te, aumenta-te, levanta-te sobre mesquinhas construções.
Mostra-me quão grande és que
possa enxergar além do céu que tu te banhas
Além da luz que tu emana, de tudo que sobrepõe-se
Não quero refutar-me a ti, já que és mais de mim
Mas que imaginei ao te ver do céu
Todavia, hoje estou no chão, hoje estou na mão
Na mão à própria sorte, não temo mais a morte
A morte é morrer vivo. Hoje, apenas, vivo.
Peço desculpas à seu brilho, imponência e majestade
Mas rainha, mãe das construções,
De tão bela que és dá medo de olhar-te
Aceite então o meu pedido de desculpas por estar tão abaixo
Já que a ti, não irei mais refutar-me.
Ia postar sobre o aniversário do Pollack, tinha outras idéias, mas vi essa foto da Catedral de Orvieto – Itália e ela me levou a escrever.
Muito bonita!
A música tocou Dei um breve tchau, o sorriso estava estampado e largo. Era uma despedida rápida com sabor de reencontro. Despedidas nunca foram meu forte, não reajo bem à idéia de perder algo. Por definição de dicionário, despedida é um término, mas eu já decidi que não. Antes eu comandava tudo, eu jogava os dados, mesmo que fosse apenas no meu mundo. Hoje eu me jogo no mundo, os dados estão guardados, eu deixei de tentar ter o controle até sobre mim, aprendi que neuras trazem rugas, eu quero ser um velho bonito! Após o sorriso, virou-se a chave do carro, o ronco do motor estava longe, eu podia sentir a respiração, mesmo de fora, talvez porque de fato eu não estivesse de fora. Quem sabe quando se está do lado de fora? A cada dia mais tenho certeza que não sabemos de nada, e talvez esse jogo de fantoches e fantasmas seja uma mística, e de cima, Deus ri daqueles que não acreditam nele, assim como eu estava rindo, e estava indo e estava vindo. Sabe-se lá de qual dimensão. Pausa para voltar ao mundo real, ultrapassei uns dois carros, a música começa a tocar no rádio. Eu não tinha parado pra prestar atenção na letra, mas algo dizia que era um impulso à vida. Ela entrava suavemente sobre minha epiderme, é estranho dizer, mas eu sentia a música em cada parte do meu corpo, sentia nos dedos dos pés, nos fios de cabelo. Me arrepiou, parecia me dizendo para despertar, e mais do que imagino: ainda tenho um mundo em minhas mãos. Então novamente sorri, e sorri de novo. Depois de entender a letra, eu pensei que era mesmo essa minha nova trilha sonora. Eu tinha um jogo nas mãos, eu planejava como queria passar meus dias, a partir do momento que errei a jogada, perdi o controle. E muitos revolucionários “já quiseram minha cabeça em suas bandejas”.
Então sorri e disse a eles: “oh, quem realmente queria ser rei?” Eu só quis querer demais, agora nada mais importa, eu só quero “viver a vida” da forma que ela me traga suas surpresas e suas sacadas insanas. A vida é pregadora de peças, eu não me atrevo a impedir seus impulsos, eu não me atrevo a dizer o que não disse e não dizer o que quero. Eu apenas respeito suas vontades, respeito de coração, agora que aprendi, agora que sei, não vale a pena criar rugas. Ela é a vida. Eu? Vivo!
Uma forma Inusitada de fazer amigos
Galera, passou o dia do Fusca, passou a posse do Obama e eu não postei nada! Justo esses dois assuntos que vocês sempre esperam uma posição minha, visto que meu carro e a política internacional sempre me chamam muita atenção e eu sempre comento bastante.
Essa semana eu fiquei doente, e por motivo de força maior o blog ficou jogado! Saí ontem do hospital, e ao que tudo indica já estou melhorando! Se o rio não mudar de curso, continuaremos com a nossa programação como de costume!
Hoje - a pedidos - vou contar sobre uma aventura que vivi no ultimo fim de semana. Aventuras pra uns, tristezas pra outros, mas creio eu, que pra tudo existe um propósito!
Como você faz amigos? É fácil?
Ao sair da balada, já estava bem tarde, o dia dava sinais de que estava amanhecendo. Eu andava meio sonolento, mas, por conta da lei seca, eu não tinha bebido. Estava consciente.
A dirigir meu fusca 1974 mega power plus advanced correndo em uma movimentada avenida no centro da cidade, percebo que um corsa preto se aproxima (correndo mais que eu) pela lateral direita. Logo à frente existia uma curva. Sei que pode parecer estranho, mas eu tenho intuições, presságios, chamem como quiser! E ao passar do meu lado, percebi que aquele carro não faria a curva.
E de fato não o fez: fora impedido pelo poste que ficava na calçada. Ouve-se então um barulho muito alto e eu vi tudo, cerca de 10m à minha frente. Eu fiquei assustado, e decidi parar meu carro para ver se poderia ajudar em algo, já imaginando que alguém pudesse estar gravemente ferido.

Estacionei meu carro. Fui em direção ao Corsa, totalmente arrebentado no poste, quando de repente para meu espanto saíram do carro o condutor e o carona. Ilesos, sem nenhum arranhão, transtornados.
O motorista era o Eduardo, Dudu. Era engraçado como ele andava, eu nunca tinha visto alguém assim: um paço pra frente, três pra traz e às vezes umas jogadas de lado tipo cambaleia-mais-não-cai. Logo após verem o estrago, para um táxi e descem os passageiros (mais gente solidária).
O nome da recém chegada: Priscila.
- O que houve? - indagou a Priscila
- Eles não fizeram a curva - respondi
- Como é o nome dele?
- Não sei!! - Respondi
- Como não? - perguntou ela com cara de espanto
- Eu não estava com eles.
Ela pensou que eu estava com eles, depois de entendida a bagunça, tinham 4 pessoas pra ajudar e duas a serem ajudadas. Estávamos eu, Priscila, a amiga dela e o taxista.
O 'Dudu' era o motorista, mas o carro era do seu irmão e ele não sabia qual era a seguradora. Ele tentou ligar para a casa dele do celular da Priscila, mas ele também não conseguia lembrar o número. Relembrando, parece ficar engraçado, mas no dia foi bem trash.
Depois de muita água que rolou por essa ponte (eita que rolou água pra caramba, se não fosse a Pri consolar os marmanjos) acabou tudo bem.
Na verdade, eu e Priscila acabamos descobrindo que somos meio doidos e que qualquer situação é uma oportunidade para se fazer amigos. E de fato foi! Combinei de ver a Priscila domingo a noite (dia seguinte) fomos ao shopping com mais uns amigos meus. Esse fim de semana tem churrasco na casa do Lucas (o garoto que estava com o Dudu) e toda a galera vai se ver de novo.
Devemos levar a sério pessoas que fazem amigos em batidas de carro altas horas da madruga - bêbados? Não, não devemos mesmo! A verdade que como bons oportunistas que somos, não é apenas em acidentes que fazemos amigos, não se espante se nos verem em velórios querendo combinar algo pra mais tarde!
Enfim, tem uma música pra semana, pro "grupo do bode" (desculpem pessoal, tive que intitular vocês assim!).
Que bom que o Saturno já retornou! E que os anjos venham saudar a vocês também!
15 de Janeiro: dia dos adultos
Não vou fazer filosofia de boteco, por outro lado, boteco é lugar pra adultos, e se hoje é dia dos adultos, nada melhor que um lugar de gente grande para conversarmos sobre.
Primeiramente puxe sua cadeira e me diga o que faz de você um adulto para que possa adentrar esse ambiente. Garçom, trás dois chop's, por favor!

- Eu ouvi dizer que adultos são aqueles que já atingiram a maioridade, ou talvez aqueles que se tornaram independentes de seus pais. Mas há quem fale que adultos são aqueles que são capazes de regerem suas vidas conforme seus próprios valores e tomar decisões.
Ele estava entusiasmado, eu ouvia atentamente o seu discurso de recém adulto, digo isso porque durante toda vida você será um recém adulto. Talvez alguém possa discordar disso, e alegar que a velhice é um próximo estágio de adulto, contudo, os velhos nada mais são do que crianças "adultalizadas" e cansadas de viver a fase adulta.
- Me sinto forte como nunca! Comprei um carro, sai da casa dos meus pais, estou contente! Sustento-me, tenho a vida que sempre quis e de quebra, faço tudo que eu quero.
Ser adulto creio eu, não é fazer apenas o que quer e sim, fazer o que nos é permitido, haja visto que vivemos em uma sociedade e as regras são impostas externamente.
Ouve-se então um barulho no bar, eram os tilintares dos talheres caindo ao chão junto com o prato e uma caneca de chop. Estávamos há mais de cinco horas no bar e ele não parou de beber. O motivo? Ele era adulto, mas não sabia tomar decisões, e naquele dia soube que estava sendo traído pela esposa. Apesar desse choque, ele também não soube parar de beber e embriagou-se.
Ele deixou de ser adulto por algumas horas, ele não sabia agir e muito menos reagir. Confesso que ela não foi adulta, ao cadastrar-se em sites de relacionamento estando em um relacionamento. Eu acho que quem já tem um relacionamento não deve procurar outro, mas quem disse que pra ser adulto tem que ter respeito?

Não tem mesmo! E hoje em dia isso é muito comum. Eu sabia desse cadastro dela, mas nunca falei nada, o engraçado é que ela não gostava muito de mim, mas veja só! Denegria minha imagem e ela procurava o que não tinha perdido.
Tratamos de arrumar a bagunça, iríamos de taxi, não é adulto dirigir bêbado.
Desculpem leitores, não existe "fase" adulta, enganei a todos vocês e isso é mais um indício de que nunca deixamos de ser crianças. Na verdade temos picos de adultos, mas sempre existe um lado infantil que teima em aparecer!
Um feliz dia dos adultos, e não deixe que morra em você a criança que existe ai dentro!
Muito tempo sem postar aqui galera
Tive um tempo de recolhimento, como fazem as lagartas pra virarem borboletas. Não que eu vá virar uma borboleta, mas decidi voar, o que uma lagarta não consegue.
Tinha tantos assuntos que eu gostaria de postar, mas hoje vou falar algumas coisas de um bate-papo que tive com a minha mãe - mulher muito sábia essa - que me disse algumas coisas que me levaram a refletir e até filosofar.
Às vezes me pergunto se a faculdade que minha mãe se formou é mesmo normal, ela tem uns lados meio filosóficos, antropólogos, no mínimo estranhos!

Ela me contava sobre pessoas e sobre mundo. Ela me disse que existem pessoas que em determinado momento de suas vidas têm que sair de cena. Apesar do tamanho do mundo, dependendo de como a pessoa toca sua vida, uma hora ela fica sem espaço no mundo e ela tem que sair de cena. Ela não faz diferença alguma no mundo, em nenhuma cadeia, em nenhuma sociedade, ela é apenas um ponto nulo no meio de tudo isso.
E isso é pesado.
É pesado ver que pessoas, com 15, 20, 50, sabe se lá quantos anos, tem que sair de cena por mais jovens que sejam. A única saída delas é fechar as cortinas do palco e dar tchau a todo um teatro sem sucesso.
Confuso? Não. Existem pessoas que chegam aos 20, não diferente de algumas aos 50, que não tem nada construído, nenhuma perspectiva de vida. Na verdade essas pessoas têm todo um histórico de culpa (salvas as exceções), que levaram suas vidas sem se preocupar em consolidar nada. Não fizeram nada! Não somaram nada! Não são nada e o mundo pede: acabou, aqui não tem mais espaço!
Enfim, estou voando mais, precisei apanhar um pouco para crescer, tentar mudar, e isso não é fácil, não significa que hoje sou a melhor pessoa do mundo. Mas que aprendi a controlar os meus impulsos, a olhar a vida como um plano, e fixar esses olhares no horizonte. É assim que funciona todo esse ciclo: crescimento, crescimento e crescimento.
Sei que após esse tempo de recolhimento estou mais feliz comigo mesmo, algumas coisas foram repensadas e decidi que não quero ser um ponto nulo, logo, tenho muito trabalho pela frente, e um dia deixarei minha marca para que se lembrem de quem eu fui.
Extras
Parabéns à Bianca Gouvêa (minha irmã)!!
Ingressante do curso de Medicina pela UNIGRANRIO
1ª colocada no vestibular de Fisioterapia da PUC.
Estamos orgulhosos de você!
Rafa: são fases... to contigo!
Com a Proximidade do final de ano
Estamos bem próximos do Natal, e o 2009 já vem dar o ar de sua graça.
Poderia por pra tocar a musica da Simoni te perguntando o que você fez e blábláblá. Hora de fazer um balanço geral, ver o que aconteceu no ano todo, quem sabe rolar uma retrospectiva e após a soma ver o resultado de tudo isso: o saldo.
Tenho em mente um plano cartesiano com saldo de pelo menos os últimos anos da minha vida, desde que conquistei minha independência. O legal é que ano após ano, sinto que o saldo é sempre positivo e que a parábola parece não parar de subir, bom é que não enfrentei crises com direito a recessão e tudo mais! Geralmente o aumento com relação aos outros anos é sempre significativo.
Dentre conquistas e realizações tive um ano muito bom, com uma curva de nível não tão acentuada como de 2007/2008, mas sem déficit, que é o que importa! Fizeram grande parte de tudo isso muitos amigos, o trabalho (acreditem! Trabalhar é bom!! Tive muitas realizações profissionais esse ano), a faculdade e etc etc.
Foi um ano bem conturbado, com muitas coisas novas, tive que aprender coisas na marra, acho que isso foi o "x" que pesou para não entrar em déficit. Errei bastante, mas o legal de tudo é quando agente consegue enxergar que de uma forma ou de outra, passa a se policiar mais. Cresci muito, meus horizontes se ampliaram e mudei bastante, já não me comparo comigo de um ano atrás. Aprendi que na vida devemos ser mais tolerantes, já não me preocupo com o que pensam de mim, sobre calúnias eu não me importo, quem pensa de mim o que quer é porque não me conhece e dá ouvidos a quem não me quer bem logo, não merece meus fios de cabelo brancos (acreditem, alguns insistem em dar o "ar da graça" e não são poucos!)
Que caminhemos todos ao melhor desenvolvimento da espécie, à melhora das relações sociais e ao amor mútuo. Que saibamos que o perdão é a melhor das sensações, que a violência só gera violência e que os amigos são o tesouro mais precioso, que mesmo distantes estão sempre perto de nós. O que importa são as lembranças, mesmo que somente você se lembre.
Enfim, dentre conquistas e tudo mais, estamos aí! Que venha 2009 e que seja cheio de alegria porque o fim está próximo!!

Dia do Arquiteto!
Depois de dias turbulentos, corre-corre, aproxima-se o fim de ano, e com ele: agenda toda apertada, como sempre, só para não perdermos o costume. É assim com todo mundo, eu aposto!!
Contudo, graças ao bom Deus os dias bons também chegam. Terça-feira pude compartilhar alegria com as crianças de um orfanato da cidade, dar a elas um pouco de amor, mostrar a elas que a vida é dura mesmo com agente, mas que sempre vale a pena um sorriso e um abraço!
São coisas mágicas: o sorriso e o abraço. Vale a pena, e não custa nada!!
Me encantei com elas, me emocionei a cada abraço apertado que me davam, e olhavam para cima quando iam falar com o "tio" aqui. São sensações que jamais vou esquecer. Eu tenho tudo, e eles só precisam de um abraço, só precisavam que eu dissesse que o nome deles era bonito, que o vestidinho era legal, ou quem sabe, ajudar àqueles que não conseguiam cortar o bife!
Foi pesado, foi bonito, não vou me esquecer do ônibus deles indo embora, todos na janela acenando e agradecendo energicamente pelo par de sapatos, conjunto de roupa, o brinquedinho e as guloseimas que conseguimos dar a eles. E nós não contentes, reclamamos por tudo!
Levei um tombo, e eles me ensinaram a não reclamar, a não pensar nas coisas tristes, e lembrar somente daquilo que nos faz feliz. Sabia que a semana pesada que tive não ia ser por acaso! O que são os pneus do meu carro para quem não tem uma família? Carinho? Não tem uma meia? E fica extremamente feliz com isso!
Doe carinho, doe amor, que não sejamos mesquinhos de demonstrações de afeto!
Enfim, hoje eu ia falar sobre o dia do arquiteto! Vou postar o vídeo, vejam! É exatamente o que passamos! A todos os amigos estudantes: venceremos porque somos doidos, porque somos poucos, mas nos amamos!!
Venceremos porque somos o curso mais unido que existe, porque formamos uma família, porque ligamos uns pros outros 4h da manhã pra saber qual é o tamanho do pé direito de um projeto, e sabemos que o outro estará acordado pra nos ajudar!!
Enfim, ser estudante de arquitetura é exatamente como retrata o vídeo abaixo, não deixem de conferir!!
Caríssimos leitores, o assunto de hoje é merda. Perdoem a falta de classe com a qual abordo o assunto, mas diga-se de passagem, merda é merda e não vamos enrolar!
Enfim, também dizem que depois da tempestade vem a Bonanza (do casteliano, em português bonança) e de fato ela vem!
Desculpem a formatação, meu editor de mensagens também resolveu dar pau hoje!
No fim, quem se importa?
“Não tenho nada a ganhar nem a perder”, só esperar o ano virar. Minha cabeça está virando, quem se importa? O mundo gira o tempo todo, nem por isso alguém pergunta a ele se esta bem!
“Eu não sinto isso mais”, na verdade eu não to sentindo mais nada, “eu não durmo” mais, são três dias virando as noites e as noites me varando. Tenho a impressão que vou apagar a qualquer momento.
Eu não sei do que eu preciso, talvez precise apenas estar comigo e isso basta. Tenho estado mais em outros lugares do que comigo, enfim, como as musicas mexem bastante comigo, essa também faz sentido pra mim agora, pelo menos nos últimos dias de trocas de turno e de noites sem dormir.
No fim, quem se importa?
Eu não falo,
Não mais!
Retratos Loucos...
ATWA
nenanenaneee
nenanananaaa
Hey you
See me?
Pictures crazy
All the world I've seen before me passing by
I've got nothing to gain, to lose
All the world I've seen before me passing by
You don't care about how I feel
I don't feel it anymore
You don't care about how I feel
I don't feel it anymore
You don't care about how I feel
I don't feel it anymore
You don't care about how I feel
I don't feel it anymore
Anymore
Nananana nananana nanana
Hey you, are me
Not so pretty
All the world I've seen before me passing by
Silent my voice
I've got no choice
All the world I've seen before me passing by
I don't see
Anymore
I don't hear
Anymore
I don't speak
Anymore
I don't feel
Nananana nananana nanana
Nananana nananana nanana
I don't sleep
Anymore
I don't eat
Anymore
I don't live
Anymore
I don't feel
Série: Ainda bem que ele não fala! V É Queeente! Naquela tarde eu não trabalhei, estava me preparando para resolver outras coisas. Resolvi então sair com o fusca. Nessa época, o carro ainda não tinha rádio. Mas eu andava bem tranqüilo com a companhia dele. Estava subindo o morro, então fiz a troca do combustível para gasolina pro carro subir melhor. No final do morro (eu estava em 4ª marcha) o carro escapa a marcha – fez um barulhão e como a marcha tinha soltado, o carro não subia mais. Coloquei a 3ª, ele estava subindo bem devagar mesmo e ele ainda andou mais alguns metros. De repente senti um cheiro bem estranho, olhei pra trás e só via cinza: fumaça Dizem os mais sábios “Onde há fumaça há fogo” E como são sábios! Era fogo! Fogo? Foooooogoooooo! 
Desci do carro (imaginem o pânico) tirei minha mochila com o computador, minhas roupas que estavam no carro – mais parece um guarda roupas que um carro – tirei os bancos de trás e o tampão.
Era uma rodovia, consegui parar ele no acostamento.
Deixei as coisas na terra, do lado do acostamento. Quem passava pensava que eu era um retirante ou quem sabe um tipo de protestante contra o governo ou contra a Volkswagen queimando fusca em plena rodovia. O fato é que durante uma fração de segundos eu só fazia isso: pensar! Então me dei conta de que meu carro estava mesmo pegando fogo, e lembrei: tenho um extintor!
Eureca! Naquele momento eu encarnei o espírito bombeiro. O mais engraçado e fantástico é que o carro pode estar com um fogo de 30m e ninguém para. Mas quando você pega o extintor para brincar de bombeiro todos param pra ajudar!

Só que não me avisaram que um extintor não apagava fogo de fusca. Mais: não me avisaram que 11 extintores não apagavam fogo de um fusca.
É isso mesmo! Param 10 pessoas solícitas com seus 10 extintores e não conseguimos apagar o fogo. Me pediram um alicate para cortar o cabo da bateria afim de que o fogo não se propagasse pela fiação. Alicate?! Não tinha! Foi na chave de roda.
Uma muvuca armada! Um Sol de fritar ovo na calçada, meu carro pegando fogo, eu não tinha alicate, os 11 extintores não deram nem sinal de que apagariam o fogo e pra completar, pediram minha camiseta para abrir o capô do carro.
Além do carro, eu também estava queimado, fedendo fumaça, parecendo um retirante, minhas coisas estavam na terra, a merda completa! O que faltava?

De repente para um pequeno caminhão com alguns galões de água. E dá-lhe a rapaziada jogar água no fusca!
Apagou! Uffa!
O Caminhão foi embora, as pessoas também foram, ora acabou a brincadeira de bombeiro! Ficou só um cara comigo, não me lembro o nome dele, até eu conseguir chamar o guincho e tudo mais.
Quando de repente, ele viu que estava saindo fumaça de dentro do carro. O fogo não tinha acabado! O banco estava pegando fogo agora, e começou a correria toda de novo!
Nessa hora lembrei que tinha um cilindro de Gás no meu carro, então pensei: não apagou com 11, não apagou com água, não adianta mais nada! Borá sair de perto, logo logo ele explode.

Nesse exato instante, pára um caminhão-pipa, eu disse caminhão-pipa! Então, depois dessa cagada toda, o os caras tiraram a mangueira do caminhão pipa e dá-lhe água. Um mês depois ainda tinha água no fusca.
Logo após apagado, e terminada a confusão, chega minha mãe que passava por ali por acaso. Parou o carro no estacionamento e veio.
- Eita! Tava passando de longe e vi seu carro quebrado aqui, quebrou de novo?
- Não mãe! Pegou FO-GO
- Fogo??
- Sim, fogo!
- Meu deus, Jesus, Nossa Senhora apagadora de fogo de fuscas!
E continuou até cair na real que o carro tinha mesmo pegado fogo. Depois de alguns minutos, um outro amigo que também estava passando por ali parou, veio ver o que tinha acontecido com o fusca.
- E ai?
- Fogo!
- Fogo?
- Sim, fogo!
- Como?
- Não sei, foi fogo!

Eu estava meio em choque, eu só conseguia pronunciar fogo, era demais tentar narrar tudo isso! Meu amigo me emprestou seu celular, liguei para o guincho e fui embora.
Hoje ele está bem! Eu mesmo o arrumei, pintei e tudo mais.
Foi legal compartilhar com todos um pouco das histórias do fusca!
É um carro muito quente!
Obs.: As fotos são do dia descrito acima!
Série: Ainda bem que ele não fala! IV
A primeira vez agente nunca esquece
Estamos cansados de saber disso! A primeira vez é sempre lembrada por todos e comigo não podia ser diferente! Nem com o fusca!
Certa vez dei carona para a menina mais bonita do cursinho, aquela que todos queriam e eu tinha chances reais. É muito legal quando as meninas andam no fusca!
- Fabio, pra que serve isso?
- E aquilo?
- Como faz isso?
É bem por aí! Mostrei tudo pra ela, ela estava conhecendo o fusca e adorando por sinal, ele é um carro simpático! Quando por fim terminei de explicar tudo o carro deu sinais de parar:
- Eu só esqueci de te falar que pro carro andar agente tem que por combustível.
Foi um sarro, vergonhoso no começo, prazeroso no final! Liguei pro meu Pai e ele foi nos levar gasolina, enquanto isso curtimos uma noite maravilhosa, foi quando conseguimos apreciar a lua, o céu e o resto é só nosso.
Lembro de muitas das primeiras coisas. Os primeiros pneus, as primeiras empurradas, certa época a garota que eu namorava teve que empurrar o fusca na frente da balada.

Mas não posso esquecer, é lógico, das primeiras vezes que saí com os amigos e o fusca! Certa vez, Rafael me chamou para irmos a um barzinho na cidade. Fomos de galera! As meninas estavam todas de saltos, saias, era de noite. Passando por uma das avenidas mais badaladas da cidade (Nove de Julho) o carro resolve parar!
Bora todos ajudar! Inclusive, foi essa a primeira vez que tivemos que empurrar o carro e foi o Rafa que me ensinou a dar tranco, meu irmãozinho! As meninas empurrando? Impagável!
Muitas pessoas participaram das incessantes aventuras do fusca! Os Pasteleiros, que uma vez deixaram o trailler sozinho para empurar o carro no centro da cidade. Ele foi sempre notado!
A primeira vez que estourou o cabo do acelerador, eu estava indo fazer um vestibular.
O primeiro trabalho de faculdade falando sobre o fusca, que foi meu “abrigo”, ganhei nota máxima e todos da sala queriam dar uma volta nele!
A primeira vez, a segunda vez, com o fusca agente perde a conta, mas vou contar amanhã sobre a experiência que tive que me deu mais medo, mas que hoje conto rindo: sobrevivi!

Série: Ainda bem que ele não fala! III
Acabou o trampo, quem disse?
Hoje vou contar mais uma das facetas do fusca com meus colegas de trabalho. Logo quando comprei o carro, me deparei com alguns problemas por conta da bateria que descarregava com muita facilidade. Era comum ter que lhe empurrar várias vezes.
O problema é que eu não gostava que as pessoas do meu serviço vissem eu empurrando o fusca, e muito menos, em hipótese alguma, minha chefe.
Em um dia chuvoso, fim de expediente, minha chefe foi embora, então, estávamos eu e Vanessa, trancamos a sala e saímos logo
A chefe estava dentro do carro, esperando (sabe Deus o que, mas ela estava esperando!) então, entramos no carro, virei a chave e nada! Nem sinal do desinfeliz do fusca dar a partida, a bateria estava toda descarregada. Eu não queria que a minha chefe percebesse, além de tudo chovia!

- Vanessa, o carro não vai ligar, mas não quero que a chefe perceba, vou subir La na sala, se ela perguntar tu finge que eu esqueci minha carteira e fui buscar – disse apavorado!
- Vai lá
- Vou dar um tempo pra ela ir embora e depois desço e agente dá uma empurradinha!
Fui, olhei pro nada, pensei, pensei e voltei. Quando saio fora do escritório estava lá: a chefe no mesmo lugar!
Fui a caminho do carro e ela me pergunta:
- Ta tudo bem Fabio?
- Tudo chefe! Esqueci minha carteira lá em cima, mas já peguei
Não tinha o que fazer! Acho que ela já tinha percebido, não adiantava eu inventar que estava com diarréia no banheiro, nem nada do tipo. A chefe então ia saindo com o carro e parou o dela emparelhado com o meu.
- Não quer pegar Fabio?
Não tive como negar mais:
- Então né, não sei o que aconteceu, que estranho.
- Empurrar resolve?
- Acho que sim!

A chefe então estacionou o carro desceu com um guarda chuva
Eu quero que os leitores mentalizem a cena agora:
Eu dentro do carro para dar o tranco, do lado de fora (estrelando dançando na chuva) minha chefe e Vanessa (ela usava saltos gigantes, pareciam pernas-de-pau). Porque do guarda chuva? Para ela não se molhar é lógico! Adiantou? Adivinhe! Minha chefe com uma mão segurando o guarda chuva e a outra empurrando o carro e Vanessa com aqueles saltos, fazia carinho na traseira do carro!
Nessas horas eu estava morrendo de vergonha, e a vontade era me enfiar num buraco! As duas tentavam empurrar – só a minha chefe, porque a baiana com aquele salto só fingia – mas não pegava velocidade e não tinha como dar o tranco.
Eu falava:
- Gente, vai rápido, assim não adianta
A chefe quase morrendo:
- Ta chovendo
Enfim, não teve jeito, o carro dormiu no serviço e a chefe nos deixou em casa.
No outro dia, uma outra colega de trabalho foi tomar café conosco e a chefe (na minha frente) diz:
- Cicrana, você precisa ver! Eu, toda solícita empurrando o fusca na chuva, maior trabalho e o Fabio dentro do carro reclamando que não tinha velocidade!
Minha cara queimou, mas vocês vão achar muito mais legal eu contando sobre o dia que o fusca pegou fogo, aguardem até sexta-feira!
Série: Ainda bem que ele não fala! II
Baratas me mordam!
Caríssimos leitores, o dono e proprietário do fusca gostaria de fazer uma ressalva: os acontecimentos aqui descritos durante essa série não respeitam a ordem cronológica do tempo, nem por isso são mais importantes, todavia, algumas coisas vão passar, pois por se tratar de uma semana é impossível destacar todos os momentos com esse carro. Alguns amigos me cobraram as participações, mas infelizmente não vou conseguir escrever tudo, por conta do tamanho que ficariam os textos e a paciência dos leitores em querer, mesmo que bem por cima, vivenciar esses momentos ímpares.
Vamos aos fatos!
Era um dia chuvoso, e eu já tinha conseguido guardar meu carro dentro do estacionamento do cursinho (era proibido, só permitiam professores e alunos da Universidade), mas como eu era o único motorizado do cursinho abriram a exceção!
Na saída, dei carona para a galera do cursinho (5 meninas), uma delas morava na outra esquina, mas não deixava de pedir para andar, o fusca era a sensação da galera!
Lembro-me de ter parado o fusca bem em cima de um bueiro, mas não sabia que isso me ocasionaria problemas futuros.
Acabou o cursinho! As meninas em polvorosa para sair e andar no fusca! Eu não acreditava! As meninas mais bonitas do cursinho estavam lá, querendo dar uma volta!
Descrevendo as beldades: Carol, todos os garotos ficavam hipnotizados quando ela passava, linda, meiga, um anjo. Priscila, uma modelete, muito linda, engraçada, show de bola. Tamara, conhecida como a voz e risadas mais engraçadas do cursinho. Luanny: tinha um jeito todo angelical de ser, era linda, cativante e Marcilenne, uma mineirinha arretada, toda cheia de estilo, também marcava pela risada.
Então saímos do cursinho, as garotas todas felizes, quando de repente (eu não tinha dobrado nem um quarteirão), só ouço Carol gritando:
- Um bicho no meu braço, o que será?
- É uma barata!!!!! – Grita Marcilenne desesperada, chacoalhando o banco da frente.
- Tem outra no teto!!!! – Gritou também Luanny
Pronto! O circo estava armado, eu não entendia que eram baratas e nem o que aconteceu! Eu só sabia que elas estavam gritando desesperadamente, Luanny já tinha chacoalhado tanto o meu banco que ele saiu do lugar.
Marcilenne abriu a porta do carona onde estava Priscila no meio da curva e queria se jogar, quase jogando Priscila fora do carro. Nesse dia descobri que a Tamara não era só a rizada mais engraçada do cursinho como também o grito mais ardido (de todos que eu já vi na minha vida, quase fiquei surdo)
Parei o fusca
Foi aí que me explicaram que tinha duas baratas – As-sus-ta-do-ras dentro do carro, vo-a-do-ras.
Vou então procurar as baratas, já que Marcilenne se recusava entrar no carro sem ver o cadáver das mesmas.
No meio da rua (centro da cidade) Fabio não acha nenhuma barata no carro, os celulares não iluminavam nada e as meninas não chegavam nem perto.
A saída? Tirar todos os bancos do carro, tapetes e tudo que pudesse ser esconderijo das benditas. Nada, nada, nada! Nem sinal! Será que elas voaram? Será que eram baratas mesmo? Ou as meninas aumentaram? Não poderia ter caído um fio de cabelo de alguém no braço de Carol e ela gritou barata?

Um mistério que nunca desvendarei, mas que elas juram de pés juntos que eram baratas.
Convenci-as a entrar novamente no carro e fomos embora.
Nem por isso elas deixaram de andar no fusca, nem por isso as confusões no fusca acabaram, acompanhem os próximos capítulos!
Série: Ainda bem que ele não fala!
A contar do início
Enfim resolvi tomar coragem e contar a todos sobre o meu amor.
Tenho por ELE admiração inenarrável, e talvez eu nem consiga transmitir a vocês tudo que eu sinto. Vou tentar me ater a contar sobre os fatos, e não sobre os sentimentos.
Se você pensou bobeira, vou adiantar que ELE é o meu carro: um fusca, cheio de vontades, ah se ele falasse!
Hoje farei uma breve apresentação, no decorrer da semana detalho mais dos fatos.
Quando comprei o fusca, não sabia que eu teria tanta história pra contar: nos primeiros dias foi uma maratona, as portas não trancavam, os vidros não fechavam, os quebra-ventos estavam quebrados (quebra vento quebrados!). Então foi a correria, eu precisava do bem dito para ir trabalhar e ir ao cursinho, foi com essa intenção que eu comprei! Mas não tinha como eu ir ao cursinho, se a porta dele não trancava e eu precisava deixá-lo na rua. Então, no fim da mesma semana que eu tinha comprado o carro ele estava pronto para ser usado: portas fechavam, vidros funcionavam, quebra-ventos ok, e GNV instalado. GNV? Sim! Meu fusca é velho, bem mais que eu, mas é bi- combustível – que merda, vocês não tem noção da dor de cabeça que isso me trouxe.
Enfim, primeira semana de carro, eu todo todo, era o único garoto do cursinho motorizado, o fusca era o mascote da galera.
Então comecei a dar carona para duas colegas de serviço para irmos até o trampo. Primeiro dia de trampo com fusca (leiam):
- Pô Fabio, ta um barulho estranho no fusca não? – Pergunta Camila
- Camila, acho que são as tartarugas na pista (fortes chacoalhadas no carro)
- Meu deus! Que está acontecendo – Vanessa, uma baiana arretada
- Camila, não consigo segurar o carro! – Fabio dizendo, segurando o volante enquanto o carro mais parecia um cavalo galopando
- Encosta – Camila
- Encosta pelo amor de Deus – Vanessa
Encostei, descemos todos do fusca (Camila que na época era mais gordinha, no auge de seus 113kg desce pelo outro lado e repara que o pneu tinha estourado)
Andamos muito até eu parar, eu não sabia como era ter o pneu furado – tartarugas na pista!
Começa a saga do fusca: tivemos que trocar o pneu.
Foi difícil? Não sei! Os parafusos mais duros foi a Camila que desapertou, ela era a mais forte né?!
Dica:
Para trocar o pneu, descoche a roda antes de suspender o carro.
Na época eu não sabia disso, quase tivemos que segurar o carro no braço.
Continuem acompanhando a série, pois o melhor sempre fica pro final!
Estava pensando o que postar hoje. Vários assuntos, crise econômica, recessão no Japão e tudo mais.
Mas vou completar a fase de pensamentos do blog que rolou essa semana!
Hoje vou falar sobre Importância, importâncias.
Mais precisamente, eu gostaria de falar da importância de pessoas na nossa vida, e não de importânciaS, como o dinheiro.
Então ouso fazer uma pequena ligação do dinheiro com as pessoas e usar o clichê de que não podemos comprar as pessoas. Muitos acham que podem, mas é pura ilusão.

Existe uma coisa na minha vida que é de extremíssima importância, e é sobre isso que vou postar no decorrer da semana que vem! Isso mesmo galera! Semana que vem é abertura de uma nova série, não deixem de conferir.
Mas não é sobre isso que eu estava dizendo. Você já parou pra pensar na importância que determinada pessoa tem pra você? Muitas vezes não nos damos conta e nem a devida atenção às pessoas que nos querem muito bem. Hoje vivenciei muito isso, amigos me ligando com problemas porque o outro amigo está sumido, e a mãe está procurando. O cara então atende, e manda o amigo que estava preocupado tomar naquele lugar.
Então eu pergunto por que? Por quê magoar as pessoas que fazem a diferença na nossa vida? Porque simplesmente não percebemos.
Ou talvez, você acha que é importante pra determinada pessoa, mas não é. Pense, pondere, é legal pensar e esperar as atitudes de quem diz que você é importante, deixe que a pessoa demonstre também. E faça sua parte!
Acho que essa foi a frase da semana: Faça sua parte!
Se você fez, a consciência está limpa! Quanto vale uma amizade sua?

Ao contrário dela, ele estava lá
Olhando para os lados, nada a contemplar
De fato queria estar, querendo sem querer
Mas queria, e estava lá
No abismo solitário e sem fim
A esmo estavam seus pensamentos a torturar-lhe
Triste e só, só que dava nó
Só que dava dó
E dó dá nó que dá dor
Da dor de ver que o nó não desfaz
E traz dor, mas não traz nada
Não agrega nada, nem piedade, nem vontade
Nem saudade nem tristeza, foi se embora
Vai saber o que se passa, gélida pele
Fria pele, vaga lembrança, hora de ir embora
Mórbida e fria hora.
Olhava ele pro nada sem fim
Sem saber o que era ela se não ela era
Apenas era ali o que um dia tinha sido
E o dia tinha ido e chegou sem avisar.
Foi se embora ele e ela.
Sem ela não tinha ele e sem ele ela não tinha
Olhou mais uma vez e então o nó se fez
Só que dava dó, nó que não desfaz
Engoliu o nó, foi embora e não olhou pra trás.
Estava indo projetar, quando vi algumas coisas na net que me instigaram a postar, mas eu ainda não tinha um tema, ou ainda não tenho! Conversando com uma pessoa que estava triste decidi postar sobre o pranto, o choro. Realmente, esse não é o assunto mais agradável, mas com certeza todos aqui, alguma vez na vida já choraram.
Tentei buscar nos dicionários uma definição para choro, contudo, todas elas são muito vagas. Talvez seja porque de fato ninguém saiba muito bem por que choramos, de onde vem aquela vontade de desabafar, aquele aperto que parece que vai arrebentar o peito.
O que sabemos é que o choro alivia, descarrega. Às vezes seguramos, diria eu que muitas vezes, mas segundo psicólogos, não é bom segurar o choro, é bom que nós nos permitamos sentir todas as sensações, o choro acalma. Não é bom dopar-se de remédios por uma perda, é necessário que você passe por esse trauma, assim você aprende a superar.

Às vezes choramos por raiva, mas esse é um choro amargo, dói. Muitas vezes, não precisaríamos chorar esse choro amargo, porque a raiva não é nossa e sim de alguém, o fato é que ela se aloja em nós, e quem sofre? Nós mesmos!
Mas não vou falar de raiva, hoje não!
“Tentei chorar e não consegui”
Esse é um bom sinal! Sinal de que você já lavou a alma, mas com certeza, fica aquele aperto, que chamamos de angústia, por não conseguir, por ter essa necessidade.
Já me disseram que o choro é involuntário, não se pode barrar, como a correnteza de um rio, ele enche e uma hora tende a transbordar. Podemos fazer uma analogia dos sentimentos com o rio, ele transborda e leva os sentimentos que te afligem.
Já fiz pessoas chorarem, mãe, pai, amigos, amores, mas com certeza não gostei de ver isso. Eu gostaria de não ter que enxugar as lágrimas deles, mas sim, fazer com que elas não caíssem, mas não pude, nem um nem outro. Quando alguém chora, com certeza, ela não quer que você enxugue suas lágrimas.
Enfim, choramos por nos sentirmos impotentes, inseguros, com raiva ou feliz, choramos porque precisamos aliviar, mas eu sugiro para o alívio, queridos leitores, a mágica de um abraço. Mas não espere que um abraço te prive do pranto, pelo contrário, ele é uma ponte.

Choramos porque de alguma forma achamos que erramos ou erraram conosco. Queria eu reparar todos os meus erros, mas não posso. Posso sim, dar o meu primeiro passo, mas não posso caminhar sozinho para repara-los. Chega então a melhor parte do choro, do pranto que é quando você tem consciência de que quer reparar. Faça sua parte, mesmo que ela não seja reconhecida.
Sobretudo abrace.
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim"
A reminiscência ou a teoria dela.
Gosto de escrever sobre teorias, em especial, gosto muito das idéias de Platão, o homem da “caverna”, qualquer dia escrevo sobre ela!
Todo ser pensante tem lembranças, sejam elas de diversas formas, boas ou ruins, fortes ou vagas. O fato é como você organiza no mundo das idéias as suas lembranças. E de que forma usa sua capacidade de guardá-las.
Mundo das idéias?
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Segundo Platão e sua teoria, primeiro nós vivemos no “mundo das idéias” depois elas viram realidade, logo, tudo que vivemos já existiu no mundo das idéias.
Maluco não?! Não, perfeito!
Por isso talvez é que temos sensações de já ter vivido determinado momento, ou passado em determinado lugar ou feito determinada coisa. Isso é fantástico.
Platão afirmava que a alma vive primeiramente em contato com as idéias e que o vivemos quanto humanos é um estado de plena ignorância, se não pelas reminiscências que temos do contato com a alma, que são as idéias, se elas fossem totalmente desconhecidas para nós, não teríamos nem curiosidade e nem desejo de procura-las.
Logo vos pergunto: vale a pena ocuparmos nossas mentes com as coisas tão mesquinhas que vivemos? Guardar números de telefone, endereços, documentos e tantas outras coisas que ocupam nossas mentes? Não seria melhor guardarmos apenas conhecimento? Digo, lembrar daquilo que nossas almas um dia já viveram em contato?

O passado é algo estranho, que tende a voltar, tornar, ressurgir, revirar, tanta gente faz regressão, não? Mas prefiro acreditar que o presente sem dúvida é o melhor dos tempos, porque o futuro ninguém sabe como é e o passado nem sempre é bom, pode trazer coisas ruins, decepções, saudade. Dói ver o passado.
Ah, o mundo das idéias. Use sua mente para as coisas boas. Como já dizia:
“Tolice é viver a vida assim, sem aventura”
Cartaz Interessante
Olá galera! Hoje vamos de humor...
Cada coisa que agente vê por ai que até Deus duvida!


Créditos ao Dr. Pepper!
Hoje vamos de piada, mas antes vale um oferecimento.
Uma ressalva: quero que saibam que qualquer semelhança com os fatos descritos abaixo e a piada são mera coincidência. Eu só não falei antes do ocorrido porque não tive oportunidade, e a piada ocorreu-me por acaso.
Vou resumir, senão o post fica grande. Estávamos voltando de uma viagem do litoral, quando de repente meu carro parou (um fusca 1974 cheio de vontades, gosta de chamar atenção, é normal). Depois de mexer em tudo – tudo, eu sou quase um mecânico profissional por conta desse carro – descobri que teria que puxar a gasolina pela mangueira para colocar no carburador porque tinha entrado óleo do filtro de ar lá e esse precisava ser limpo.
Estava comigo a Charlene, que vocês já conhecem (ela idealizou e inspirou a série “As mulheres e os Segredos”). Fiquei olhando a mangueira e tentando ter coragem para puxar a gasosa (é terrível isso). Quando para o meu espanto, de repente, Charlene me olha e pergunta:
- Fabio, quer que eu chupe?
Não consegui parar de rir, e ela chupou.
“Pode não ter sido a melhor chupada, mas foi a mais eficiente”
Ela fez com jeito... e funcionou... seguimos a viagem!
Agora chega de balela, vamos de piada!
Uma velhinha passa em frente à um posto de saúde e vê uma enorme fila para distribuição de camisinhas.
Curiosa, ela pergunta ao rapaz que está em último na fila:
Mocinho, com licença. Pra quê que é essa enorme fila?
O cara, meio tímido não quis dizer a verdade para a vovozinha:
- Ah! Tão distribuindo manga.
E a velhinha toda feliz:
- Oba! Eu adoro manga!
O sujeito então saiu fora da fila e foi embora envergonhado.
Quando chega a vez dela de ser atendida o balconista do posto, surpreso, perguntou?
- Oh! Aí vovó, a senhora ainda trepa?
A velhinha com medo de subir no pé de manga, responde:
- Trepar eu não trepo não.
Mas se botar na minha mão eu chupo que é uma beleza…